Blogue do MOVIMENTO CENTÚRIA LEONINA. Na defesa do nosso e sempre eterno SPORTING CLUBE DE PORTUGAL, honrando a sua grandeza e em obediência às raízes, vocação e ambições históricas do mesmo, TODOS, continuaremos a lutar pelo sonho dos fundadores e para que se cumpra o nosso lema – Esforço, Dedicação, Devoção e Glória, eis o SPORTING CLUBE DE PORTUGAL. Contacte-nos via e-mail em centurialeonina.ce@gmail.com - VIVA O SPORTING!
segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
A primeira vitória...
Ainda sem rasgo mas com mais ânimo, a primeira vitória em jogos oficiais surge à terceira jornada... Que seja a primeira de muitas.
sábado, 29 de Agosto de 2009
Confirma-se...
... que Rochemback segue para o Brasil, para efectuar testes médicos (ver aqui).
Mais um?
Igualmente importante: já conhecemos os nossos (acessíveis) adversários na Liga Europa. Cabe-nos vencer a Hertha, Heerenven e Ventspills.
Mais um?
Igualmente importante: já conhecemos os nossos (acessíveis) adversários na Liga Europa. Cabe-nos vencer a Hertha, Heerenven e Ventspills.
sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
Comunicado: Parceria Centúria Leonina - Sporting Clube de Portugal Site de Apoio
Pioneirismo, Qualidade, Cultura Sporting. Se é verdade que a afirmação da Centúria Leonina enquanto espaço de pluralidade e genuino sportinguismo assentou em larga medida nestes estes três vectores, não é menos verdade que – em todas as suas fases e vicissitudes – procurámos alcançar consensos na identificação com os ideais que sempre nortearam a nossa actuação.
É, por isso, com muito orgulho que anunciamos o estabelecimento de uma parceria entre a Centúria Leonina e o Sporting Clube de Portugal Site de Apoio, projecto a que reconhecemos visão, afirmação e partilha dos princípios que nos constituiram – a nós, Sportinguistas – como a diferença, a quem vemos vontade de servir o Clube segundo o desígnio do Fundador, por um Sporting mais forte e vencedor. É, por isso, esse o contexto da coluna de opinião que passaremos a assinar no referido website.
Porque – haja o que houver - o Sporting vive, a Lenda Continua!
É, por isso, com muito orgulho que anunciamos o estabelecimento de uma parceria entre a Centúria Leonina e o Sporting Clube de Portugal Site de Apoio, projecto a que reconhecemos visão, afirmação e partilha dos princípios que nos constituiram – a nós, Sportinguistas – como a diferença, a quem vemos vontade de servir o Clube segundo o desígnio do Fundador, por um Sporting mais forte e vencedor. É, por isso, esse o contexto da coluna de opinião que passaremos a assinar no referido website.
Porque – haja o que houver - o Sporting vive, a Lenda Continua!
quinta-feira, 27 de Agosto de 2009
Aceitar a realidade
O Sporting deixou ontem a Liga do Campeões, sem contudo ter perdido ou ter-se revelado inferior ao adversário. Desta eliminatória resultam duas exibições interessantes, quando comparadas com as reveladas no plano caseiro, mas fica também a sensação de que continua a faltar um toque de classe para enfrentar com sucesso estes momentos decisivos.
Se vista de forma isolada, esta eliminatória pode ser interpretada como mais uma das muitas vitórias morais da nossa história. Fizemos boa figura, saímos de cabeça erguida, quiçá com um pouco de injustiça. Muitos dirão que, com um árbitro de categoria na 1ª mão, provavelmente não teríamos saído desta competição.
O problema é que esta eliminatória não existe fora do contexto das exibições recentes do Sporting, e do decepcionante arranque de campeonato, que é “apenas” o pior de sempre da história centenária desta instituição.
É fácil de perceber o tumulto que tudo isto provoca. Discute-se a falta de evolução do treinador, e pede-se a cabeça da equipa técnica. Discutem-se modelos organizativos e pede-se a cabeça do Director Desportivo. Discutem-se decisões de gestão e questiona-se um Executivo, eleito há menos de 3 meses por esmagadora maioria.
Mas o problema é mais profundo e não pode ser escamoteado, a bem da honestidade intelectual e da sanidade mental que todos precisamos de preservar.
Ontem, em Florença, o Sporting terminou o jogo com 8 jovens provenientes da sua formação. Iludem-se aqueles que entendem que estamos a formar uma equipa para o futuro. Iludem-se até aqueles que crêem que estamos apenas a formar jogadores para o futuro, na certeza de que a prazo evoluirão noutros clubes, nacionais ou estrangeiros.
A grande realidade é que o Sporting joga com 8 jogadores da sua formação porque NÃO PODE SER DE OUTRA FORMA. O Sporting não tem capacidade nem recursos para ser competitivo de outra maneira, e isto não tem nada que ver com a “ladainha do orçamento”.
As pessoas têm de perceber de uma vez por todas, que a falta de capacidade para abordar a sua actividade de outra maneira, uma mais baseada no investimento em activos de mais qualidade, NÃO EXISTE neste momento da história da nossa organização.
Sejamos claros: o Sporting baseia o seu modelo estratégico para o Futebol na formação, não por opção, mas por inevitabilidade. Não porque é dono de uma das melhores Escolas de formação do mundo, mas porque não consegue de outra forma.
E enquanto as pessoas não perceberem isto, o tumulto não irá acabar, e a vida de todos será muito mais difícil.
Neste quadro, colocar em causa o treinador é fácil, mas não pode ser dissociado do raciocínio seguinte: que outro treinador conseguirá fazer melhor com os recursos organizacionais à sua disposição?
Confesso. Aprecio Paulo Bento enquanto homem. Gosto da sua verticalidade, coragem e lealdade. Mas não tenho nenhum problema em dizer que odeio o futebol que apresenta. Mas não é aqui que está o problema.
Os Sportinguistas têm de perceber que, enquanto o Sporting não resolver os seus problemas financeiros de fundo, a realidade nunca poderá ser diferente.
É preciso admitir que o Sporting não é o principal candidato ao título. É preciso reconhecer que o Sporting, tendo sempre a obrigação de ganhar, não será nesta temporada mais do que um “outsider”. É preciso entender que, de acordo com os pergaminhos deste Clube centenário, a obrigação de vencer é permanente, mas ela só existe no quadro dos meios disponíveis.
E este é o verdadeiro desafio dos dirigentes e em particular do seu Presidente: falar esta verdade aos Sportinguistas, enquanto prossegue o trabalho de desenvolvimento da sua base social de apoio, insiste na sua reestruturação financeira, preserva e amplia o modelo do Associativismo, alavanca no desporto de formação para transferir os seus valores para a sociedade, e no limite, torna esta instituição na maior força viva da Sociedade Portuguesa.
Este não é um quadro de resignação, mas de coragem, luta e persistência onde todos são importantes e necessários.
Até lá, os Sportinguistas têm de viver com o que têm.
Podemos não gostar da realidade, mas não podemos fugir a ela.
Se vista de forma isolada, esta eliminatória pode ser interpretada como mais uma das muitas vitórias morais da nossa história. Fizemos boa figura, saímos de cabeça erguida, quiçá com um pouco de injustiça. Muitos dirão que, com um árbitro de categoria na 1ª mão, provavelmente não teríamos saído desta competição.
O problema é que esta eliminatória não existe fora do contexto das exibições recentes do Sporting, e do decepcionante arranque de campeonato, que é “apenas” o pior de sempre da história centenária desta instituição.
É fácil de perceber o tumulto que tudo isto provoca. Discute-se a falta de evolução do treinador, e pede-se a cabeça da equipa técnica. Discutem-se modelos organizativos e pede-se a cabeça do Director Desportivo. Discutem-se decisões de gestão e questiona-se um Executivo, eleito há menos de 3 meses por esmagadora maioria.
Mas o problema é mais profundo e não pode ser escamoteado, a bem da honestidade intelectual e da sanidade mental que todos precisamos de preservar.
Ontem, em Florença, o Sporting terminou o jogo com 8 jovens provenientes da sua formação. Iludem-se aqueles que entendem que estamos a formar uma equipa para o futuro. Iludem-se até aqueles que crêem que estamos apenas a formar jogadores para o futuro, na certeza de que a prazo evoluirão noutros clubes, nacionais ou estrangeiros.
A grande realidade é que o Sporting joga com 8 jogadores da sua formação porque NÃO PODE SER DE OUTRA FORMA. O Sporting não tem capacidade nem recursos para ser competitivo de outra maneira, e isto não tem nada que ver com a “ladainha do orçamento”.
As pessoas têm de perceber de uma vez por todas, que a falta de capacidade para abordar a sua actividade de outra maneira, uma mais baseada no investimento em activos de mais qualidade, NÃO EXISTE neste momento da história da nossa organização.
Sejamos claros: o Sporting baseia o seu modelo estratégico para o Futebol na formação, não por opção, mas por inevitabilidade. Não porque é dono de uma das melhores Escolas de formação do mundo, mas porque não consegue de outra forma.
E enquanto as pessoas não perceberem isto, o tumulto não irá acabar, e a vida de todos será muito mais difícil.
Neste quadro, colocar em causa o treinador é fácil, mas não pode ser dissociado do raciocínio seguinte: que outro treinador conseguirá fazer melhor com os recursos organizacionais à sua disposição?
Confesso. Aprecio Paulo Bento enquanto homem. Gosto da sua verticalidade, coragem e lealdade. Mas não tenho nenhum problema em dizer que odeio o futebol que apresenta. Mas não é aqui que está o problema.
Os Sportinguistas têm de perceber que, enquanto o Sporting não resolver os seus problemas financeiros de fundo, a realidade nunca poderá ser diferente.
É preciso admitir que o Sporting não é o principal candidato ao título. É preciso reconhecer que o Sporting, tendo sempre a obrigação de ganhar, não será nesta temporada mais do que um “outsider”. É preciso entender que, de acordo com os pergaminhos deste Clube centenário, a obrigação de vencer é permanente, mas ela só existe no quadro dos meios disponíveis.
E este é o verdadeiro desafio dos dirigentes e em particular do seu Presidente: falar esta verdade aos Sportinguistas, enquanto prossegue o trabalho de desenvolvimento da sua base social de apoio, insiste na sua reestruturação financeira, preserva e amplia o modelo do Associativismo, alavanca no desporto de formação para transferir os seus valores para a sociedade, e no limite, torna esta instituição na maior força viva da Sociedade Portuguesa.
Este não é um quadro de resignação, mas de coragem, luta e persistência onde todos são importantes e necessários.
Até lá, os Sportinguistas têm de viver com o que têm.
Podemos não gostar da realidade, mas não podemos fugir a ela.
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Liga dos Campeões,
Paulo Bento,
Reestruturação Financeira
quarta-feira, 26 de Agosto de 2009
Easy Target
O Sporting tem hoje pela frente um desafio difícil que, ainda assim, acredito ser possível superar. Não importa quem está do outro lado, nem onde jogamos. Nunca importou, nem nunca deve importar. Nós somos o Sporting, por isso podemos vencer.
Entretanto, o número de notícias, de opiniões, de comentários sobre o futuro de Paulo Bento à frente da equipa profissional de futebol tem vindo a aumentar exponencialmente.
Lê-se que a pressão está do lado do treinador, que não há margem de erro, que Paulo Bento está esgotado e que o seu tempo em Alvalade acabou.
Relativamente a este tipo de considerações tenho a dizer o seguinte:
Paulo Bento, como todos os treinadores do Mundo, tem defeitos e qualidades, vence, empata e perde e, nos últimos anos, foram várias as vezes em que o defendi de críticas que considero manifestamente injustas. Ainda assim, reconheço que existem opções, decisões e comportamentos com os quais não concordei e não concordo, mas como não sou nenhuma autoridade em “Futebologia”, como não sou doutorado em "Penaltys", nem tenho nenhum mestrado em Losango, resta-me confiar (i) na autonomia técnica de quem está e deve estar preparado para treinar a nossa equipa e (ii) no entendimento de quem legitimamente tem a seu cargo a gestão do futebol profissional.
Em todo o caso, nos tempos que correm, concentrar esforços na capitulação de Paulo Bento é, a meu ver, para além de lesivo dos superiores interesses do Clube, uma vez mais manifestamente injusto. Bento é apenas um “Easy Target” do Universo Leonino e desta sociedade desorientada que se alimenta de sangue, corra esse sangue nas veias dos culpados ou dos inocentes...
As questões não podem, nem devem, ser analisadas superficialmente. Encontrar um bode expiatório, no actual contexto, é amoral (já houve um tempo para a imoralidade...).
Discutam-se as questões de fundo. Raciocine-se sobre as opções estratégicas. Reflicta-se sobre a política desportiva, sobre a missão do futebol do Sporting, sobre os reais objectivos do futebol do Sporting e sobre a capacidade de gerar recursos para a consumação de tais objectivos. Repensemos e refundemos a Cultura Sporting, a cultura de vencer que tem definitivamente de voltar a ser assimilada por todos. Discuta-se e reforme-se a organização, os modelos e os procedimentos... agora, Paulo Bento?
Paulo Bento? Agora?
Já o escrevi, mas volto a frisar - Bento é um homem de carácter, de personalidade forte, leal, que tem dado tudo o que sabe e pode ao Sporting.
Entretanto, o número de notícias, de opiniões, de comentários sobre o futuro de Paulo Bento à frente da equipa profissional de futebol tem vindo a aumentar exponencialmente.
Lê-se que a pressão está do lado do treinador, que não há margem de erro, que Paulo Bento está esgotado e que o seu tempo em Alvalade acabou.
Relativamente a este tipo de considerações tenho a dizer o seguinte:
Paulo Bento, como todos os treinadores do Mundo, tem defeitos e qualidades, vence, empata e perde e, nos últimos anos, foram várias as vezes em que o defendi de críticas que considero manifestamente injustas. Ainda assim, reconheço que existem opções, decisões e comportamentos com os quais não concordei e não concordo, mas como não sou nenhuma autoridade em “Futebologia”, como não sou doutorado em "Penaltys", nem tenho nenhum mestrado em Losango, resta-me confiar (i) na autonomia técnica de quem está e deve estar preparado para treinar a nossa equipa e (ii) no entendimento de quem legitimamente tem a seu cargo a gestão do futebol profissional.
Em todo o caso, nos tempos que correm, concentrar esforços na capitulação de Paulo Bento é, a meu ver, para além de lesivo dos superiores interesses do Clube, uma vez mais manifestamente injusto. Bento é apenas um “Easy Target” do Universo Leonino e desta sociedade desorientada que se alimenta de sangue, corra esse sangue nas veias dos culpados ou dos inocentes...
As questões não podem, nem devem, ser analisadas superficialmente. Encontrar um bode expiatório, no actual contexto, é amoral (já houve um tempo para a imoralidade...).
Discutam-se as questões de fundo. Raciocine-se sobre as opções estratégicas. Reflicta-se sobre a política desportiva, sobre a missão do futebol do Sporting, sobre os reais objectivos do futebol do Sporting e sobre a capacidade de gerar recursos para a consumação de tais objectivos. Repensemos e refundemos a Cultura Sporting, a cultura de vencer que tem definitivamente de voltar a ser assimilada por todos. Discuta-se e reforme-se a organização, os modelos e os procedimentos... agora, Paulo Bento?
Paulo Bento? Agora?
Já o escrevi, mas volto a frisar - Bento é um homem de carácter, de personalidade forte, leal, que tem dado tudo o que sabe e pode ao Sporting.
Até ao final da época passada, termo do seu anterior contrato com o Sporting e no qual se fechou um ciclo, como Bento declarou por diversas vezes, o nosso treinador terá conseguido aquilo que poucos conseguiriam, mas foi por ter conseguido o que conseguiu (e como conseguiu), foi por termos uma gestão que se inspira e se estrutura em valores e nas qualidades humanas de cada um, que lhe terá sido endereçado convite para renovar contrato, sendo certo que, apesar dos méritos indiscutíveis dos seus feitos, Bento não conseguiu ainda ser campeão nacional - objectivo tradicional de um Histórico como o Sporting e que todas as épocas é salutarmente desejado pelos seus sócios e adeptos.
Por isso, faço um apelo ao bom senso e que todos nos centremos no que é crucial. E hoje, o que verdadeiramente importa é o facto de Bento ser nosso treinador e as suas vitórias, são as vitórias do Sporting e as vitórias de todos nós, pelo que, uma vez mais, os Sportinguistas deverão estar com ele, deverão estar com a equipa, porque o Sporting vive e a lenda tem de continuar.
Por isso, faço um apelo ao bom senso e que todos nos centremos no que é crucial. E hoje, o que verdadeiramente importa é o facto de Bento ser nosso treinador e as suas vitórias, são as vitórias do Sporting e as vitórias de todos nós, pelo que, uma vez mais, os Sportinguistas deverão estar com ele, deverão estar com a equipa, porque o Sporting vive e a lenda tem de continuar.
segunda-feira, 24 de Agosto de 2009
Rebuscado?
Hoje, em Record, podemos ler uma crónica de João Lopes que - pelo que se infere, mais do que pelo que se lê - não deve ser ignorada.
Destacamos o seguinte trecho:
"... Também os jogadores, muitos deles impreparados para este nível de competição têm de assumir a sua quota-parte de responsabilidade. Se não o fizerem, também eles darão um sinal de estarem cansados de tanta estabilidade."
Pessoalmente e com as limitações próprias de quem vê de fora, parece-me que é tudo menos um problema de impreparação dos jogadores, tanto mais que - mercê da invulgar estabilidade dos últimos anos - experiência é coisa em que não são falhos. Será este o sinal que devemos advinhar?
Pelo meio, os senhores que se seguem falam italiano: é para abater.
Destacamos o seguinte trecho:
"... Também os jogadores, muitos deles impreparados para este nível de competição têm de assumir a sua quota-parte de responsabilidade. Se não o fizerem, também eles darão um sinal de estarem cansados de tanta estabilidade."
Pessoalmente e com as limitações próprias de quem vê de fora, parece-me que é tudo menos um problema de impreparação dos jogadores, tanto mais que - mercê da invulgar estabilidade dos últimos anos - experiência é coisa em que não são falhos. Será este o sinal que devemos advinhar?
Pelo meio, os senhores que se seguem falam italiano: é para abater.
domingo, 23 de Agosto de 2009
Para mim...
Basta!!
Estou farto de ver o meu Sporting de rastos, uma lástima, uma miséria miserável que dá pena ver jogar... Onde está o amor à camisola? Onde está o orgulho em vestir aquelas cores? Onde está a vontade de vencer? Em lado nenhum!
Alguém, sff, faz alguma coisa?
SL
quarta-feira, 19 de Agosto de 2009
Venha daí a regularidade...
... porque (i) jogando com os melhores jogadores, (ii) garantindo que estes jogam nas posições em que são mais decisivos e (iii) assegurando níveis de motivação adequados à nossa grandeza a vitória está sempre mais próxima.
Se não se inventar muito nos próximos jogos podemos ter ganho uma equipa, ficando-nos apenas por conquistar a batalha da regularidade!
Se não se inventar muito nos próximos jogos podemos ter ganho uma equipa, ficando-nos apenas por conquistar a batalha da regularidade!
terça-feira, 18 de Agosto de 2009
Não é tempo para desmobilização!

Apesar do mau arranque, da ineficiente táctica do losângo, das criticáveis escolhas do treinador, dos dois pés esquerdos do Djaló, do cinto de chumbos do Rochemback, do discurso equívoco do JEB e da inevitável insatisfação dos adeptos, temos hoje um jogo importantíssimo para o futuro desportivo e financeiro do nosso Sporting.
Esqueçamo-nos agora de tudo aquilo que tem corrido mal e concentremo-nos em apoiar a equipa logo, no Estádio dos sonhos.
Com melhor ou pior Sporting, é sempre o nosso Sporting que entra em campo.
Eu vou lá estar. E vocês?
SL
segunda-feira, 17 de Agosto de 2009
Orçamento, estabilidade, peso histórico: vantagem competitiva ou fim em si mesmo?
O futebol do Sporting foi durante anos vítima de instabilidade (tanto ao nível do plantel, como ao nível técnico), da inferioridade do seu orçamento relativamente aos rivais (no tempo em que poucos jogadores íamos buscar à cantera) e do determinismo histórico (em alguns casos, histérico) com base no qual alguns estavam sempre prontos para a sua "guerrinha pessoal" e o Clube se ia afundando nas suas ineficiências.
Nos últimos anos, defendeu-se (e bem!) a consolidação dos orçamentos, o valor da estabilidade e - aqui desconsiderando comportamentos desviantes de alguns defensores do segundo posto - que o Sporting deveria, por direito próprio, ombrear com os demais e ganhar regularmente campeonatos (o que é diverso do que defender que os deveria ganhar todos).
Se quanto ao orçamento se aguardam ainda medidas que nos permitam superar o aparentemente mau projecto imobiliário, se quanto ao peso histórico do Sporting ouvimos inicialmente a este Presidente o discurso correcto - ambicioso e popular, não conformista ou aventureiro - e amiúde (mal) corrigido, falta agora perceber onde é que a estabilidade enquanto valor deixa de representar uma vantagem competitiva para constituir um ónus.
Para quem continua a não ter um espectáculo de qualidade para mostrar, para quem tarda em apresentar processos e resultados adequados, pergunto-me se não estamos já no segundo caso... É que é - parece-me - demasiado cedo para se assistir já a isto [http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=173432].
Nos últimos anos, defendeu-se (e bem!) a consolidação dos orçamentos, o valor da estabilidade e - aqui desconsiderando comportamentos desviantes de alguns defensores do segundo posto - que o Sporting deveria, por direito próprio, ombrear com os demais e ganhar regularmente campeonatos (o que é diverso do que defender que os deveria ganhar todos).
Se quanto ao orçamento se aguardam ainda medidas que nos permitam superar o aparentemente mau projecto imobiliário, se quanto ao peso histórico do Sporting ouvimos inicialmente a este Presidente o discurso correcto - ambicioso e popular, não conformista ou aventureiro - e amiúde (mal) corrigido, falta agora perceber onde é que a estabilidade enquanto valor deixa de representar uma vantagem competitiva para constituir um ónus.
Para quem continua a não ter um espectáculo de qualidade para mostrar, para quem tarda em apresentar processos e resultados adequados, pergunto-me se não estamos já no segundo caso... É que é - parece-me - demasiado cedo para se assistir já a isto [http://www.abola.pt/nnh/ver.aspx?id=173432].
domingo, 16 de Agosto de 2009
Valemos menos do que devíamos...
Mais um jogo, mais um empate (com autogolo).
Mais um desafio em que não se notam rotinas de jogo, em que alguns parecem jogar fora de sítio, outros enconder-se da bola, quase todos produzir muito abaixo das suas capacidades. Não basta transpirar de forma inconsequente: temos que produzir muito mais...!
[ou, se preferirem, na sequência do post anterior de JPV: mais uma prova de que os orçamentos não ganham jogos!]
Mais um desafio em que não se notam rotinas de jogo, em que alguns parecem jogar fora de sítio, outros enconder-se da bola, quase todos produzir muito abaixo das suas capacidades. Não basta transpirar de forma inconsequente: temos que produzir muito mais...!
[ou, se preferirem, na sequência do post anterior de JPV: mais uma prova de que os orçamentos não ganham jogos!]
sexta-feira, 14 de Agosto de 2009
Valemos pelo que somos e não por aquilo que temos
Amanhã, na Madeira, terá início a longa e difícil caminhada para a conquista do campeonato 2009/10. Não será fácil, mas julgo que temos tudo para vencer o título. Ao contrário de alguns, quiçá de muitos, considero que o Sporting é o mais forte candidato ao título.
No que diz respeito ao oponente mais credível, diga-se, em abono da verdade, que se em 2008/09 substituir Quaresma, Bosingwa e Paulo Assunção era difícil, perder agora Lucho e Lisandro foi, sem dúvida, um rude golpe, sendo que Bruno Alves poderá, de uma forma ou de outra, tornar-se uma carta fora do baralho.
Relativamente ao oponente menos credível, embora reconhecendo algumas melhorias, considero que triunfos de pré-época valem muito pouco e importa salientar que as perdas de Katsouranis e de Reyes serão, mais cedo ou mais tarde, notadas. Mais, as manchetes, as parangonas, a propaganda, os “bonecos encomendados” servem para encantar e enganar os tolos.
Caros Sportinguistas, verão, uma vez mais, que este "15.º dream team" … daqui a uns meses revelar-se-á um tigre de papel… higiénico…
Voltando ao Sporting, que é o que interessa, importa não menosprezar o trabalho efectuado até hoje. Esta será a quinta época de uma equipa técnica humilde e trabalhadora, sempre apoiada pelos seus dirigentes, e que tem à sua disposição, pela quinta vez consecutiva, o núcleo duro do plantel intocável. Coisa rara nos dias que correm. Os automatismos, a sempre tão elogiada estabilidade, a repetição de cada gesto com vista à melhoria da performance, o espírito de grupo, a cumplicidade, a solidariedade, são factores que existem e que… ao fim de todo este tempo, teriam sempre de existir.
Acresce que, a juntar a isto, temos um líder aclamado, temos um Presidente com cultura de balneário, com cultura de bancada, que vê e que tem de antecipar cenários antes dos outros, que tem procurado, incessantemente, criar uma base sustentável ao nível do Clube, de modo a dispor de uma rampa de lançamento que permita ao Sporting os sucessos desejados por todos nós.
Por isso, Sportinguistas, deixemos os “discursinhos” desculpabilizantes, a “pobre converseta” dos recursos, dos meios e das ambições - que são perigosas para um Clube como o Sporting, porque os campeões não valem pelo que têm, mas sim pelo que são.
Calemo-nos agora e calemos os outros com aquilo que deixarmos em campo. Não vale a pena dizer “que somos” e “que fazemos” e “que acontecemos”. Provemos em campo. Que em cada desafio, o adversário e os adeptos na bancada, em função da qualidade, do ritmo, da audácia, da velocidade, da intensidade, do poder de fogo, dos remates, sintam que a vitória do Sporting é coisa certa.
Se outros não acreditam, eu acredito nas capacidades da nossa equipa, acho que temos uma excelente base de trabalho, creio e muito em jogadores como Liedson, Moutinho, Polga, Vukcevic, Izmailov e na evolução, entre outros, de Veloso, Adrien, André Marques, Pereirinha, Rui Patrício, Matias Fernandez, etc.
Acredito – e só temos de acreditar – nos méritos de uma gestão altamente profissionalizada a todos os níveis e na forma como ela se relaciona com a equipa técnica que julgo que, tal como nós, está farta do rótulo de vice-campeão e que quer - definitivamente - trazer para Alvalade o título de campeão nacional que infelizmente lhe escapou por quatro vezes.
Acredito – e só temos de acreditar – na qualidade da nossa Academia que tanto talento tem formado e que continuará a municiar a nossa equipa profissional de futebol.
Acredito no trabalho, no esforço, na dedicação e na devoção de todos os profissionais do Sporting para se atingir a Glória e para aqueles que se deixam impressionar muito com os orçamentos dos outros, gostaria de sublinhar novamente que valemos pelo que somos e não por aquilo que temos.
Não são os Euros que fazem campeões. É o Querer, é a determinação, é a força mental, é a resistência física e psíquica, é a capacidade de concentração, é o trabalho e o treino e o treino e o trabalho, é a capacidade de sacrifício, é a coragem, é a esperança, é acreditar quando os outros começam a duvidar, é a firmeza quando outros tremem, é meter o pé, o braço e a cabeça como se não houvesse amanhã.
O meu Sporting sempre foi um Clube de Campeões e um Clube de Heróis e os Heróis quase nunca foram, nem quase nunca são favoritos. Os que mudam o rumo da História, não partem do topo, não partem da pole position, não nascem em berços de ouro acolchoados com lençóis de cetim.
Se há desporto democrático e plural no Mundo, esse desporto é o Futebol, pois o mais rico não vence sempre, como se comprova facilmente através de uma análise atenta à História do Futebol Mundial que demonstra que os Campeões nem sempre são os que tem mais recursos à sua disposição, mas sim aqueles que mais quiseram vencer e que procuraram, com competência, com coração, com alma, com calor, reunir os factores críticos para consubstanciar essa vontade.
Haverá algum jogador, treinador ou dirigente do Sporting que pense que os outros são melhores do que eles próprios?
Haverá algum jogador, treinador ou dirigente do Sporting que não acredite verdadeiramente nas nossas capacidades?
Se há, que saia de Alvalade rapidamente, porque gente acomodada, porque gente fraca que não sabe lidar com a pressão - que é viciante para os líderes e para os grandes Homens - não serve para o Sporting. Não fomos, não somos, nem nunca seremos um Clube de homenzinhos pequeninos, temerosos e esquivos. Alvalade é sinónimo de honra e tradição e isto é o Sporting Clube de Portugal que nasceu para vencer.
Quem é forte, quem é verdadeiramente forte (i) não inventa circunstâncias de impossibilidade, (ii) não se rende, (iii) não se vai abaixo por causa de uma arbitragem, de uma injustiça, de uma traição ou de uma intriga, (iv) não desiste, (v) não vacila.
Sejam Homens, encham-se de brio, mostrem do que são feitos e conquistem este campeonato, porque, a esta hora, só dependemos de nós.
O Sporting Vive, a Lenda continua.
No que diz respeito ao oponente mais credível, diga-se, em abono da verdade, que se em 2008/09 substituir Quaresma, Bosingwa e Paulo Assunção era difícil, perder agora Lucho e Lisandro foi, sem dúvida, um rude golpe, sendo que Bruno Alves poderá, de uma forma ou de outra, tornar-se uma carta fora do baralho.
Relativamente ao oponente menos credível, embora reconhecendo algumas melhorias, considero que triunfos de pré-época valem muito pouco e importa salientar que as perdas de Katsouranis e de Reyes serão, mais cedo ou mais tarde, notadas. Mais, as manchetes, as parangonas, a propaganda, os “bonecos encomendados” servem para encantar e enganar os tolos.
Caros Sportinguistas, verão, uma vez mais, que este "15.º dream team" … daqui a uns meses revelar-se-á um tigre de papel… higiénico…
Voltando ao Sporting, que é o que interessa, importa não menosprezar o trabalho efectuado até hoje. Esta será a quinta época de uma equipa técnica humilde e trabalhadora, sempre apoiada pelos seus dirigentes, e que tem à sua disposição, pela quinta vez consecutiva, o núcleo duro do plantel intocável. Coisa rara nos dias que correm. Os automatismos, a sempre tão elogiada estabilidade, a repetição de cada gesto com vista à melhoria da performance, o espírito de grupo, a cumplicidade, a solidariedade, são factores que existem e que… ao fim de todo este tempo, teriam sempre de existir.
Acresce que, a juntar a isto, temos um líder aclamado, temos um Presidente com cultura de balneário, com cultura de bancada, que vê e que tem de antecipar cenários antes dos outros, que tem procurado, incessantemente, criar uma base sustentável ao nível do Clube, de modo a dispor de uma rampa de lançamento que permita ao Sporting os sucessos desejados por todos nós.
Por isso, Sportinguistas, deixemos os “discursinhos” desculpabilizantes, a “pobre converseta” dos recursos, dos meios e das ambições - que são perigosas para um Clube como o Sporting, porque os campeões não valem pelo que têm, mas sim pelo que são.
Calemo-nos agora e calemos os outros com aquilo que deixarmos em campo. Não vale a pena dizer “que somos” e “que fazemos” e “que acontecemos”. Provemos em campo. Que em cada desafio, o adversário e os adeptos na bancada, em função da qualidade, do ritmo, da audácia, da velocidade, da intensidade, do poder de fogo, dos remates, sintam que a vitória do Sporting é coisa certa.
Se outros não acreditam, eu acredito nas capacidades da nossa equipa, acho que temos uma excelente base de trabalho, creio e muito em jogadores como Liedson, Moutinho, Polga, Vukcevic, Izmailov e na evolução, entre outros, de Veloso, Adrien, André Marques, Pereirinha, Rui Patrício, Matias Fernandez, etc.
Acredito – e só temos de acreditar – nos méritos de uma gestão altamente profissionalizada a todos os níveis e na forma como ela se relaciona com a equipa técnica que julgo que, tal como nós, está farta do rótulo de vice-campeão e que quer - definitivamente - trazer para Alvalade o título de campeão nacional que infelizmente lhe escapou por quatro vezes.
Acredito – e só temos de acreditar – na qualidade da nossa Academia que tanto talento tem formado e que continuará a municiar a nossa equipa profissional de futebol.
Acredito no trabalho, no esforço, na dedicação e na devoção de todos os profissionais do Sporting para se atingir a Glória e para aqueles que se deixam impressionar muito com os orçamentos dos outros, gostaria de sublinhar novamente que valemos pelo que somos e não por aquilo que temos.
Não são os Euros que fazem campeões. É o Querer, é a determinação, é a força mental, é a resistência física e psíquica, é a capacidade de concentração, é o trabalho e o treino e o treino e o trabalho, é a capacidade de sacrifício, é a coragem, é a esperança, é acreditar quando os outros começam a duvidar, é a firmeza quando outros tremem, é meter o pé, o braço e a cabeça como se não houvesse amanhã.
O meu Sporting sempre foi um Clube de Campeões e um Clube de Heróis e os Heróis quase nunca foram, nem quase nunca são favoritos. Os que mudam o rumo da História, não partem do topo, não partem da pole position, não nascem em berços de ouro acolchoados com lençóis de cetim.
Se há desporto democrático e plural no Mundo, esse desporto é o Futebol, pois o mais rico não vence sempre, como se comprova facilmente através de uma análise atenta à História do Futebol Mundial que demonstra que os Campeões nem sempre são os que tem mais recursos à sua disposição, mas sim aqueles que mais quiseram vencer e que procuraram, com competência, com coração, com alma, com calor, reunir os factores críticos para consubstanciar essa vontade.
Haverá algum jogador, treinador ou dirigente do Sporting que pense que os outros são melhores do que eles próprios?
Haverá algum jogador, treinador ou dirigente do Sporting que não acredite verdadeiramente nas nossas capacidades?
Se há, que saia de Alvalade rapidamente, porque gente acomodada, porque gente fraca que não sabe lidar com a pressão - que é viciante para os líderes e para os grandes Homens - não serve para o Sporting. Não fomos, não somos, nem nunca seremos um Clube de homenzinhos pequeninos, temerosos e esquivos. Alvalade é sinónimo de honra e tradição e isto é o Sporting Clube de Portugal que nasceu para vencer.
Quem é forte, quem é verdadeiramente forte (i) não inventa circunstâncias de impossibilidade, (ii) não se rende, (iii) não se vai abaixo por causa de uma arbitragem, de uma injustiça, de uma traição ou de uma intriga, (iv) não desiste, (v) não vacila.
Sejam Homens, encham-se de brio, mostrem do que são feitos e conquistem este campeonato, porque, a esta hora, só dependemos de nós.
O Sporting Vive, a Lenda continua.
quinta-feira, 13 de Agosto de 2009
Assim, sim! Isto é falar do benfas...
"Não preciso de dizer aos senhores que, para mim, a estratégia do Benfica para esta temporada personifica o ciclo de vida dos lemingues. É um jogo de roleta-russa, que pode correr bem, mas tem muitas probabilidades de falhar. Admito que a tese é controversa. Basta dizer que “O Jogo” tem defendido que o Benfica caminha a passos largos para o suicídio enquanto o “Record” aposta que serão conquistados todos os troféus da época, mesmo aqueles em que o Benfica não participa. Já “A Bola” não conseguiu produzir um comentário em tempo útil, uma vez que não tinha ainda recebido do Benfica instruções sobre a opinião que deverá debitar.
À partida para mais uma época (que, para os mais distraídos, começa só amanhã. Ou, por outras palavras, só se começam a dar pontos às vitórias a partir deste fim-de-semana), a curiosidade reside em saber em qual dos cintos vão ser amarradas bombas se chegar a altura de carregar no botão de auto-destruição.
Eu aposto no Rui, da Damaia."
Ler aqui: http://maosaoar.blogspot.com/2009/08/metafora-dos-lemingues.html
À partida para mais uma época (que, para os mais distraídos, começa só amanhã. Ou, por outras palavras, só se começam a dar pontos às vitórias a partir deste fim-de-semana), a curiosidade reside em saber em qual dos cintos vão ser amarradas bombas se chegar a altura de carregar no botão de auto-destruição.
Eu aposto no Rui, da Damaia."
Ler aqui: http://maosaoar.blogspot.com/2009/08/metafora-dos-lemingues.html
A questão que ficou ainda por responder...
Aqui, em Record, pode ler-se que "Questionado sobre qual o tom das palavras proferidas, o presidente mostrou-se enigmático, referindo que "um dos prazeres do mundo do futebol é não haver resposta para tudo".
Na sequência disso, e muito em particular da afirmação "A mim compete-me criar condições adequadas e saber viver com um nível de ambição muito grande, mas adequado à nossa dimensão" fica - contudo - por perguntar (e, por isso, por responder) o essencial: qual é, afinal e para o nosso Presidente, a dimensão do Sporting?
É que não se percebe que tem o Sporting a ganhar por se desvalorizar publicamente face aos seus concorrentes...
Na sequência disso, e muito em particular da afirmação "A mim compete-me criar condições adequadas e saber viver com um nível de ambição muito grande, mas adequado à nossa dimensão" fica - contudo - por perguntar (e, por isso, por responder) o essencial: qual é, afinal e para o nosso Presidente, a dimensão do Sporting?
É que não se percebe que tem o Sporting a ganhar por se desvalorizar publicamente face aos seus concorrentes...
terça-feira, 11 de Agosto de 2009
José Eduardo Bettencourt e o benfica
Li atentamente as palavras de José Eduardo Bettencourt aos diversos órgãos de comunicação social. Li e... não gostei!
Pouco me importa se temos menos orçamento do que benfica e porto se não se apontam soluções para que a situação se inverta. Não me entusiasma particularmente ver o meu Presidente a elogiar os inomináveis ou as suas contratações sem que se explique porque é que não temos acertado com praticamente nenhuma. Não me agrada ver o meu Presidente elogiar as assistências que se verificam em alguns recintos se não o oiço dizer que este ano o objectivo é subir o número de gameboxes vendidas e as assistências no estádio.
Ao Sporting não se pede apenas esforço, dedicação ou devoção: pede-se que ganhem e, sempre que possível, que o façam com brilho. Já passou o tempo dos elogios aos brumelhos ou das referências do tipo «Com menos meios é mais difícil, mas, mesmo assim, temos conseguido fazer mais.» ou «O Sporting ficou sempre em segundo lugar nos últimos quatro anos e isso não tem sido valorizado.» como hoje lemos (e anteriormente ouvimos).
Queremos ganhar! Vamos ganhar! E é isso que queremos ouvir do nosso Presidente... Foi para isso que se elegeu um Sportinguista com alma e com cultura Sporting. As condições para deixar obra são únicas, há que não baixar os braços...
Pouco me importa se temos menos orçamento do que benfica e porto se não se apontam soluções para que a situação se inverta. Não me entusiasma particularmente ver o meu Presidente a elogiar os inomináveis ou as suas contratações sem que se explique porque é que não temos acertado com praticamente nenhuma. Não me agrada ver o meu Presidente elogiar as assistências que se verificam em alguns recintos se não o oiço dizer que este ano o objectivo é subir o número de gameboxes vendidas e as assistências no estádio.
Ao Sporting não se pede apenas esforço, dedicação ou devoção: pede-se que ganhem e, sempre que possível, que o façam com brilho. Já passou o tempo dos elogios aos brumelhos ou das referências do tipo «Com menos meios é mais difícil, mas, mesmo assim, temos conseguido fazer mais.» ou «O Sporting ficou sempre em segundo lugar nos últimos quatro anos e isso não tem sido valorizado.» como hoje lemos (e anteriormente ouvimos).
Queremos ganhar! Vamos ganhar! E é isso que queremos ouvir do nosso Presidente... Foi para isso que se elegeu um Sportinguista com alma e com cultura Sporting. As condições para deixar obra são únicas, há que não baixar os braços...
sexta-feira, 7 de Agosto de 2009
Fiorentina
O pior receio de Bettencourt (http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=1328004) concretizou-se: jogamos o play-off com a Fiorentina (pessoalmente, recearia mais visitar castelhanos, claramente mais perigosos...).
Também eu preferia outros adversários que não a Fiorentina, mas nunca o diria antes... Venham daí declarações com garra e ambição: a equipa não pode vacilar!
Também eu preferia outros adversários que não a Fiorentina, mas nunca o diria antes... Venham daí declarações com garra e ambição: a equipa não pode vacilar!
Política de Verdade e Cultura de Exigência
Desagradou-me o discurso desculpabilizante de treinador (responsável pelas escolhas, esquema táctico e motivação ou falta dela) e jogadores (com quem, nos bons e nos maus momentos, estou) mas o discurso de Bettencourt que hoje leio n'O Jogo (www.ojogo.pt) é perigoso.
"Houve alguma ansiedade entre os jogadores, potenciada por uma série de razões, mas isto fez-nos claramente mais fortes. A sorte também protege os audazes." - Onde é que fomos mais fortes ou mais audazes? Ou - sequer - fortes e/ou audazes?
"Não vi ninguém falar do antijogo do Twente, que escandalizou até os responsáveis da UEFA, pois as as bolas desapareciam." - Por acaso vi (desde logo, o locutor que fazia o comentário ao jogo), mas também me recordo do Sporting vs Inter e, na altura, achei tudo muito natural...
Pelo meio, de acordo com um truísmo: "Já sabemos que os nossos erros são menos perdoados e temos de estar preparados para isso. Nós é que temos de dar a resposta, nós é que temos de ter força mental. Iríamos ter um autêntico inferno se as coisas corressem mal.".
Uma dica apenas: as coisas correram mal! Podiam ter corrido (ainda) pior mas ganhar sem mérito, em descontos e com um golo de pinball dificilmente se pode enquadrar de outra forma. Jogámos miserávelmente, as escolhas foram desadequadas e o esquema desajustado. Permitir que se culpe um bom jogador (para mais, na imprensa) para preservar terceiros dos seus próprios erros não é verdadeiro, nem consentâneo com a cultura de exigência que lhe ouvimos que iria implementar.
Foi uma falsa partida, (ainda) estamos certos que Bettencourt saberá corrigir a trajectória...
"Houve alguma ansiedade entre os jogadores, potenciada por uma série de razões, mas isto fez-nos claramente mais fortes. A sorte também protege os audazes." - Onde é que fomos mais fortes ou mais audazes? Ou - sequer - fortes e/ou audazes?
"Não vi ninguém falar do antijogo do Twente, que escandalizou até os responsáveis da UEFA, pois as as bolas desapareciam." - Por acaso vi (desde logo, o locutor que fazia o comentário ao jogo), mas também me recordo do Sporting vs Inter e, na altura, achei tudo muito natural...
Pelo meio, de acordo com um truísmo: "Já sabemos que os nossos erros são menos perdoados e temos de estar preparados para isso. Nós é que temos de dar a resposta, nós é que temos de ter força mental. Iríamos ter um autêntico inferno se as coisas corressem mal.".
Uma dica apenas: as coisas correram mal! Podiam ter corrido (ainda) pior mas ganhar sem mérito, em descontos e com um golo de pinball dificilmente se pode enquadrar de outra forma. Jogámos miserávelmente, as escolhas foram desadequadas e o esquema desajustado. Permitir que se culpe um bom jogador (para mais, na imprensa) para preservar terceiros dos seus próprios erros não é verdadeiro, nem consentâneo com a cultura de exigência que lhe ouvimos que iria implementar.
Foi uma falsa partida, (ainda) estamos certos que Bettencourt saberá corrigir a trajectória...
quinta-feira, 6 de Agosto de 2009
Tentar Acreditar
Foi mau. Muito mau o jogo de terça-feira.
A táctica escolhida e a colocação dos jogadores em campo foram péssimas, juntamente com uma forma física agonizante fruto de uma pré-época mal preparada e pouco atempada.
Durante o jogo lembrei-me, diversas vezes, da afirmação do presidente do nosso clube que referiu não fazer (muitas) contratações pois tal era uma falta de respeito para com os jogadores do actual plantel. Para mim, falta de respeito, é aquela que está a ser feita aos sócios, nos quais me incluo, que pagam atempadamente as suas quotas e renovam os respectivos cativos, mas têm que ver espectáculos deprimentes e jogadores de qualidade mediana.
Contudo, ganhámos, e temos que olhar em frente.
Na verdade, o mais importante que devemos tentar reter agora é a vitória que nos permite estar amanhã no sorteio de mais uma eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões.
Temos, também, que estar conscientes que mudanças, a curto prazo, não existirão.
Tenho alguma esperança, não muita admito, num onze em que exista um Rui Patrício agora mais confiante; um Polga de regresso à sua boa forma ao lado de um Carriço que está cada vez melhor; as laterais ocupadas por Pereirinha e André Marques dando ao futebol do Sporting alguma profundidade; um meio campo composto por Veloso, Moutinho, Vukcevic e Matias, todos jogadores de indiscutível qualidade, e que com mais entrosamento e outra forma fisica possam assistir de forma adequada uma dupla composta por Liedson e Caicedo, que me parece que ainda poderá fazer muitos estragos.
Vamos tentar acreditar.
A táctica escolhida e a colocação dos jogadores em campo foram péssimas, juntamente com uma forma física agonizante fruto de uma pré-época mal preparada e pouco atempada.
Durante o jogo lembrei-me, diversas vezes, da afirmação do presidente do nosso clube que referiu não fazer (muitas) contratações pois tal era uma falta de respeito para com os jogadores do actual plantel. Para mim, falta de respeito, é aquela que está a ser feita aos sócios, nos quais me incluo, que pagam atempadamente as suas quotas e renovam os respectivos cativos, mas têm que ver espectáculos deprimentes e jogadores de qualidade mediana.
Contudo, ganhámos, e temos que olhar em frente.
Na verdade, o mais importante que devemos tentar reter agora é a vitória que nos permite estar amanhã no sorteio de mais uma eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões.
Temos, também, que estar conscientes que mudanças, a curto prazo, não existirão.
Tenho alguma esperança, não muita admito, num onze em que exista um Rui Patrício agora mais confiante; um Polga de regresso à sua boa forma ao lado de um Carriço que está cada vez melhor; as laterais ocupadas por Pereirinha e André Marques dando ao futebol do Sporting alguma profundidade; um meio campo composto por Veloso, Moutinho, Vukcevic e Matias, todos jogadores de indiscutível qualidade, e que com mais entrosamento e outra forma fisica possam assistir de forma adequada uma dupla composta por Liedson e Caicedo, que me parece que ainda poderá fazer muitos estragos.
Vamos tentar acreditar.
quarta-feira, 5 de Agosto de 2009
Inaceitável
Que a qualidade da equipa do Sporting seja tão baixa. Que não haja um pingo de intencionalidade e de garra nas suas exibições. Que ao fim de tanto tempo não seja possível vislumbrar um fio de jogo ou organização. Que seja preciso um golo caído do céu para eliminar uma equipa que joga menos que outras do meio da tabela do campeonato Português.
Que mais será necessário que aconteça para que haja alguma mudança?
Pressente-se uma época longa e dolorosa.
Que mais será necessário que aconteça para que haja alguma mudança?
Pressente-se uma época longa e dolorosa.
terça-feira, 4 de Agosto de 2009
É para ganhar, fáchavor!
Alcançar a Champions League não é um feito de maior para o Sporting, é uma obrigação. Para mais, perante um Twente fraquinho, oriundo de um campeonato hoje perfeitamente mediano (a menos que queiram voltar à conversa dos orçamentos...).
Como qualquer obrigação, não se pede: exige-se.
Mas porque o Sporting não se deve limitar a cumprir sem brilho, porque o Sporting não deve encarar as suas obrigações com cinzentismo, porque os sócios e adeptos esperam outra coisa que não a mediania dos seu (adequado e estável) plantel, QUEREMOS GANHAR (E GANHAR COM BRILHO...)!
À distância, mas estou convosco!
Como qualquer obrigação, não se pede: exige-se.
Mas porque o Sporting não se deve limitar a cumprir sem brilho, porque o Sporting não deve encarar as suas obrigações com cinzentismo, porque os sócios e adeptos esperam outra coisa que não a mediania dos seu (adequado e estável) plantel, QUEREMOS GANHAR (E GANHAR COM BRILHO...)!
À distância, mas estou convosco!
segunda-feira, 3 de Agosto de 2009
Explicações?
Seria conveniente perceber tempestivamente porque é que brumelhos e andrades jogam bem e ganham enquanto o nosso Sporting tarda em mostrar a qualidade de processos e os resultados que o potencial da equipa sempre justificaria...
É que num negócio onde se vende emoções, conviria que os adeptos estivessem envolvidos e empolgados e, para isso, não basta uma liderança forte, presente, empenhada e capaz de falar a mesma linguagem: é preciso qualidade de jogo, sonho e vitórias. Os adeptos - os melhores do mundo - não faltarão!
É que num negócio onde se vende emoções, conviria que os adeptos estivessem envolvidos e empolgados e, para isso, não basta uma liderança forte, presente, empenhada e capaz de falar a mesma linguagem: é preciso qualidade de jogo, sonho e vitórias. Os adeptos - os melhores do mundo - não faltarão!
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